quarta-feira, 21 de dezembro de 2016

Começam os verdadeiros preparativos...


Cá em casa, como em todas as casas, há tradições culinárias, aqueles regalos sem os quais não podemos passar no Natal. Para mim é o pudim de ovos da minha mãe, que agora como tão pouco que praticamente fica reservado para esta data. E até o miúdo já me perguntou se vou fazer, como no ano passado, a Árvore de Natal de Nutella, porque ele gostou muito. E para ele se lembrar, devia estar mesmo muito boa. 

Mas o pai da casa não é grande fã de doces (tal como o pai dele), por isso cá em casa carrego também nas entradinhas. É um miminho e uma forma de dizer que não me esqueço que é com estes petistiquinhos que eles perdem a cabeça. Por isso, não há Natal nenhum que o meu marido não pergunte, "fizeste bolinhas de carne?"



No nosso primeiro Natal tencionava fazer croquetes mas estava a ficar sem tempo. Por isso, para facilitar, fiz em bolinhas e foram devoradas. A partir daí passei a fazer sempre assim.

Uso restos de carne assada, vitela ou porco, o que tiver, e um bom chouriço ou salpicão. Pico tudo e misturo com creme bechamel até formar uma massa homogénea e consistente. Retifico os temperos na mistura, que geralmente não precisa de grande coisa já que a carne que uso já está temperada. 

Depois é só formar as bolinhas e panar (eu uso pão ralado com alho e ervas). Se possível duas vezes, para um acabamento perfeito e ultra estaladiço. Faço em grandes recipientes para evitar sujar as mãos. É só colocar tudo lá dentro e agitar. 

No fim, podemos fritar logo ou congelar para fritar no dia, que foi o que eu fiz. 








A quem me segue no instagram prometo mostrar o resultado final no dia. Já me seguem? 

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